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Serviço · Comercial

Projeto comercial para a Vigilância Sanitária em Araraquara

Café, confeitaria, restaurante, clínica ou farmácia de manipulação: o projeto do espaço, desenhado para as normas sanitárias, e o protocolo na prefeitura e na Vigilância Sanitária, acompanhado até o deferimento.

Banco contínuo de marcenaria com assento estofado em sala de espera de clínica executada

½ do faturamento do escritório vem de projetos comerciais

Por que é diferente

Em comercial, o projeto é parte da licença

Num estabelecimento de alimentação ou de saúde, a parte que o cliente vê — o salão, a recepção, o balcão — é só metade do projeto. A outra metade é o que a Vigilância Sanitária olha: por onde entra a mercadoria e por onde sai o lixo, onde se lavam as mãos, de que material são o piso, as paredes e o forro das áreas de preparo, onde fica o depósito de material de limpeza.

Quando essa metade é resolvida depois, o resultado costuma ser obra refeita: a bancada que precisa mudar de lugar para abrir o lavatório, o forro que não serve, a parede de divisória oca que precisa virar alvenaria. Por isso o escritório desenha as duas metades juntas, desde o estudo de layout.

A experiência da Marina com a Vigilância Sanitária é que a análise quase sempre pede um detalhamento a mais do que o pedido inicial. O projeto já sai com esse detalhamento previsto, e as exigências que vierem são respondidas pelo próprio escritório.

Escopo

Do layout ao deferimento

As etapas contratadas e o prazo de cada uma ficam por escrito na proposta.

  1. Levantamento e programa

    Visita ao imóvel, medição e a lista do que a atividade exige: áreas de recebimento, armazenamento, preparo, atendimento, apoio e funcionários.

  2. Layout e fluxos

    A distribuição das áreas com fluxos contínuos e sem cruzamento entre o que está limpo e o que está sujo, cru e pronto, entrada e saída.

  3. Acabamentos por área

    Piso, parede e forro especificados ambiente por ambiente — laváveis, impermeáveis e de cor clara onde a norma exige, livres no salão.

  4. Projeto executivo

    Pranchas detalhadas, pontos de água, esgoto e elétrica marcados, marcenaria e bancadas detalhadas, memorial e quantitativo de acabamentos.

  5. Protocolo e exigências

    Protocolo na prefeitura e na Vigilância Sanitária, acompanhamento do processo e resposta às exigências até o deferimento.

Combinado antes

O que está e o que não está no projeto

Dizer o que não está incluído é o que evita a surpresa no meio do licenciamento.

Está incluído

  • Projeto de arquitetura e de interiores do estabelecimento
  • Layout com fluxos e áreas de apoio conforme a atividade
  • Especificação de acabamentos por área
  • Marcação de pontos elétricos, hidráulicos, de gás e de ralos
  • Protocolo na prefeitura e na Vigilância Sanitária, com acompanhamento até o deferimento

Não está incluído

  • Projeto de prevenção e combate a incêndio para o Corpo de Bombeiros (AVCB/CLCB) — feito por outro profissional, combinado na proposta
  • Dimensionamento das instalações elétricas, hidráulicas e de exaustão, que é projeto de engenharia com responsável próprio
  • Documentos operacionais do negócio, como o Manual de Boas Práticas e os procedimentos operacionais padronizados
Norma nova em São Paulo

Portaria CVS 3/2026: vale a partir de 1º de fevereiro de 2027

A Portaria CVS 3/2026 substitui a CVS 5/2013 nas boas práticas para comércio de alimentos e serviços de alimentação no estado. A vigência, que seria em outubro de 2026, foi adiada para 1º de fevereiro de 2027. Algumas regras novas são de projeto: cor clara obrigatória em paredes e forros das áreas de preparo, área de limpeza com tanque, lavatório de mãos também nas áreas de venda.

O que muda no projeto, artigo por artigo

Área de preparo de café com bancadas, equipamentos e quadros de cardápio na parede azul
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Perguntas frequentes

Sobre projeto comercial

Preciso de projeto para abrir um café ou uma clínica em Araraquara?

Depende da atividade e de como ela se enquadra no licenciamento sanitário. Para muitos estabelecimentos de alimentação e de saúde, a Vigilância Sanitária analisa o espaço antes de liberar o funcionamento. Conte o tipo de negócio e o endereço, e a Marina diz o que é exigido no seu caso antes de fazer a proposta.

Quanto tempo a Vigilância Sanitária leva para analisar o projeto?

O prazo da análise é do órgão, não do escritório, e varia com a demanda. O que o escritório controla é o resto: entregar o projeto completo, com o detalhamento que a análise costuma pedir, e responder rápido às exigências, para o processo não parar esperando o projeto.

Meu estabelecimento já funciona. A nova portaria me obriga a reformar?

A Portaria CVS 3/2026 passa a valer para todos em 1º de fevereiro de 2027, e o texto não traz uma regra de transição separada para quem já funciona. O caminho prudente é avaliar o espaço atual contra as regras novas — paredes e forros das áreas de preparo, lavatórios, área de limpeza — e planejar o que for preciso antes da data. Veja o que mudou.

Vocês atendem estabelecimentos fora de Araraquara?

Sim: São Carlos, Matão, Ribeirão Preto, Jaú, Indaiatuba e Curitiba, além de Araraquara. Em cada município, o protocolo segue o procedimento da prefeitura e da Vigilância Sanitária local.

Tem um espaço para projetar? Conte para a Marina

Mande pelo WhatsApp o tipo de espaço, a cidade e o tamanho aproximado. A Marina responde com os próximos passos e o que precisa ser levantado para a proposta.

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